Ecología y compromiso social

1 02 2009

de Carlos Quintana SJ

Soy Carlos Quintana, jesuita peruano, estudiante de teología en la Facultad de Belo Horizonte, Brasil. Me he formado en Ciencias Biológicas.

Me interesó participar tanto del Pre-foro como del FSM precisamente por mi experiencia de contacto con movimientos preocupados por temas sociales y con espíritu de cambio. En ese sentido fue fundamental comprender, dentro de la propuesta del Pre-foro, la relación entre los problemas sociales que enfrentan las comunidades de la Amazonía, sobre todo los indígenas con el compromiso que brota de la fe. Fe encarnada en diferentes contextos, culturas y pueblos que desafía a un compromiso social ante la preocupación por la tierra, el agua, la dignidad de las personas, el cuidado por la vida, el respeto por la naturaleza.

Continuando en esa línea, las conferencias del FSM de mi interés están relacionadas con el deseo que tengo de actualizarme en el debate que se presenta sobre ecología, desarrollo sostenible, cuidado de los recursos naturales y el compromiso social. Me ha enriquecido el conocer diversas experiencias tanto de institutos, universidades, ONGs y comunidades campesinas y vecinales referente a la reflexión, compromiso, sensibilización y acción ante los problemas ecológicos que enfrentamos; sobre todo me ayudan las sugerencias para viabilizar soluciones posibles en este campo de estudio y acción.

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Leonardo Boff ao Fórum Mundial de Teologia e Libertação

23 01 2009

O programa de quinta feira, 22 de janeiro 2009, do Fórum Mundial de Teologia e Libertação começou às 9:00h, com uma linda “Celebração da Água.” Com cantos, instrumentação, poesias e danças, os jovens apresentadores de Belém introduziram o tema do Fórum: Água, Terra, Teologia – para outro mundo possível.

 

leonardoboffaEm seguida, o Professor Leonardo Boff falou a novecentas pessoas durante uma hora e dez minutos, integrando seu conhecimento teológico com as conclusões de cientistas sobre a situação atual do planeta, como também de pensadores de várias tradições, incluindo a sabedoria do povo indígena. Ele colocou a platéia diante da “crise” que a humanidade está vivendo, que facilmente poderá se tornará uma “tragédia” – de falta de água, de alimentação e de energia – e da extinção da espécie humana.

 

Referindo-se a Ghandi, lembrou que a terra poderá sustentar os filhos e filhas aos quais ela dá vida; mas não poderá sustentar uma humanidade que vive nos padrões de consumismo. E se a Teologia da Liberação enxergava os efeitos da ganância no sistema econômico, a crise atual exige a percepção dos danos feitos pelo ser humano ao próprio planeta e nos chama à construção de uma nova cultura de solidariedade e de colaboração. Em tudo isso, estaremos sempre diante daquele Mistério que nosso coração reconhece como nosso Deus.

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